Chuva de Likes: Sexting, Pornô de Vingança e o Lado Ruim da Internet

por Peu Araújo

“Eu só queria me ver como uma mulher de verdade. Eu não vejo em mim uma mulher, eu me vejo como uma criança. Eu queria, sei lá, só me ver.” É o que conta a adolescente JL. Aos 17 anos, ela posou só de calcinha para as lentes de uma amiga tentando descortinar sua sexualidade, mas descobriu muito mais do que isso: intolerância, bullying, machismo, sexismo, exposição, crueldade. Reconheceu seu corpo ali desprotegido, à mercê de todo tipo de gente, e se viu nos dias mais terríveis de sua vida.

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QUEM FOI QUE DISSE QUE AS PESSOAS DEVEM BATER PALMAS PARA TUDO QUE ESCREVEMOS NAS REDES SOCIAIS?



Beira a inocência acreditarmos que o que disseminamos na internet todo o mundo irá dizer: “amém!”.

Sendo mais específico, nesta rede aqui, existe um botão “curtir” e um botão “comentar” e, desculpem ser o responsável por mais uma frustração na vida dxs senhorxs: as pessoas podem não curtir e/ou lançar um comentário que diverge do que você postou. Elas possuem esse direito!

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O que você faria?

Confesso que, na maioria das situações apresentadas, me senti extremamente “perdido”. O que fazer, o que seria “menos pior”. Interessante como grande parte das atitudes possivelmente tomadas, são fruto da heranças evolutivas. Vamos ao texto:

Dilemas morais: o que você faria?

Tente responder a 5 famosos dilemas morais e descubra o que suas respostas dizem sobre você

por Texto Fabio Marton

No livro A Escolha de Sofia, de William Styron, que virou filme estrelado por Meryl Streep, uma prisioneira polonesa em Auschwitz recebe um “presente” dos nazistas: ela pode escolher, entre o filho e a filha, qual será executado e qual deverá ser poupado. Escolhe salvar o menino, que é mais forte e tem mais chances na vida, mas nunca mais tem notícias dele. Atormentada com a decisão, Sofia acaba se matando anos depois.

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Aos Viciados em Tecnologia

Li este texto e me identifiquei de cara: sou um viciado em tecnologia assumido. E obviamente, é interessante ter acesso ao que pensam pessoas que também passam pelo mesmo “problema” que nós. Alexandre Bobeda  conseguiu organizar minhas inquietações sobre, a qual chama, “obsolência programada”. Eis o texto:

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