Feminismo para homens, um curso rápido

De homem para homem, algumas noções básicas e indispensáveis sobre feminismo.

Por Alex Castro

O texto é longo. Cada uma das subseções poderia facilmente ser um texto independente. Teríamos multiplicado nossos pageviews, mas o conteúdo ficaria disperso e espalhado, difícil de acessar e consultar.

Preferimos publicar tudo de uma vez. Salvem. Leiam aos poucos. Repassem aos amigos. A discussão vai ser longa.

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VAGINA NÃO É BACALHAU

O nome que a gente dá para as coisas na vida não é inocente, não é por acaso, é marcado por posicionamento, é político, é cultural. Pensando nisso, os diversos apelidos dados aos órgãos sexuais feminino e masculino dizem muito sobre sexo e papéis de gênero:

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EU ESCOLHI SER GAY

EU ESCOLHI SER GAY

Fabricio Longo

   Por Fabricio Longo

A única “opção sexual” que fiz na vida foi por ser feliz. Não escolhi ter desejos homossexuais e talvez o menino assustado que fui jamais tivesse feito essa opção, se lhe fosse dado tal poder. É evidente que  todas as dúvidas se dissiparam no instante em que meus lábios chup… beijaram outro homem, mas aí tive que lidar com a percepção alheia de que “escolhi ser assim”. Não escolhi. Porém hoje, sem dúvida, escolheria!

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Aline Freitas: “Eu critico o silenciamento das demandas trans”

Aline Freitas: “Eu critico o silenciamento das demandas trans”

Uma das mais respeitadas ativistas trans do país e também militante feminista, ela faz críticas contundentes aos movimentos sociais, denunciando a invisibilidade imposta às pessoas trans e levantando importantes questionamentos a respeito de assuntos como os papeis de gênero e a transfobia

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“Carta aberta aos heterossexuais: homofobia, poder e potência”

Recentemente, escrever isto tem se tornado necessário. Ao longo de minha trajetória escolar e até mesmo em minha vida adulta, como homem gay afeminado e cisgênero, enfrento algo comum a muitos como eu: a eterna suspeita de amigos heterossexuais e de suas famílias de que nós estamos “apaixonados”, ou que “daremos em cima”, ou ainda que “jogamos verde pra colher maduro”, ou que “nos engajamos em converter heterossexuais”.

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Dia do Orgulho LGBT: gays e trans listam 10 motivos para comemorar

Foi ontem, mas no decorrer do dia li tantas matérias interessantes sobre o Gay Pride que selecionei algumas para postar aqui.

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Defender o direito das pessoas serem o que elas são é algo muito distinto de defender “identidades de gênero” – homem, mulher, transexual, travesti e o escambau. Identidades só servem para nivelar e “pasteurizar” as características individuais de cada pessoa, transformando-as em meros “títeres”, em cópias estereotipadas, em pobres representações de categorias conceituais que traduzem muito pouco do que uma pessoa pode ser. Enquanto houver identidades haverá hierarquias e enquanto houver hierarquias haverá desigualdades, preconceitos, intolerância e exclusão entre os seres humanos. Quem defende “identidades”, defende a manutenção das “desigualdades”. Pense nisso, antes de se agarrar e defender de unhas e dentes o seu rótulo de identidade de gênero. Você não é um rótulo: É GENTE!

Por Letícia Lanz